Constatar que as meninas estão crescendo dói.
Se tem uma coisa nessa vida de mãe que não sei lidar direito, é isso.
Hoje de manhã desabei no choro ao deixar Nina na sala dela.
Tão grande, tão moça, tão independente, tão na escola, tão quase terminando o ensino infantil, tão já sabendo escrever o nome dela e de todo mundo de casa, tão cheia de palavras, de opiniões, tão sem nenhum resquício daquele bebê que nasceu outro dia.
Foi inevitável não me sentir pequenininha diante da imensidão dela.
E o tempo vai continuar passando rápido demais...
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Qualquer semelhança é mera coincidência
Mãe estaciona o carro na porta do supermercado, perto das 19 horas de ontem. Diz sorridente e empolgada para as filhas que estavam ali apenas para comprar umas frutinhas. Promete rapidez!
Ninguém quer descer do carro. A Filha 1 diz que está com sono, que quer dormir, mas não consegue e buáááááá!!!!
A Filha 2, acompanha a negativa, dizendo "Não quelo! Quelo o "lelógio do sapo"...buááááá!!!!
Puxa daqui, explica dali, pega o relógio do sapo, conta que o coelhinho da páscoa vai estar no mercado.
Infalível!
Todas descem.
Mãe coloca a Filha 2 na cadeirinha do carrinho e pendura a Filha 1 na borda. Respira, faz o nome do pai mentalmente e entra.
Primeira parada: flores. A Filha 2 pega rosas pink. A Mãe pega outro maço de rosas rosas e entrega para a Filha 2, toda empolgada, pensando no lindo vaso que teria em casa. Filha 2 chora, quer rosa pink, feito a irmã. Mãe devolve as rosas rosas. Pega as pinks e entrega para a criança, que, em 1 minuto, arranca todas as pétalas das flores.
Segunda parada: frutas. Cadê a cereja que estava em promoção? Procura e não acha. Reclama. Espera o funcionário ver se tem mais. Filhas descem do carrinho. A emoção vai começar. Correm entre abacaxis e laranjas. Colocam abacate no carrinho. A Filha 2 se joga na cebola. A filha 1 diz que encontrou limão. Mãe pede para a Filha 1 ajudá-la com a irmã mais nova. Ela pega a mão da irmã e juntas vão ver os peixes. A distância é pouca. Dá pra ficar com um olho na cenoura e outro lá no camarão. As meninas correm e vêm contar que viram um tubarão. Pedem para a Mãe ir vê-lo também. Ela abandona a abobrinha e acompanha as meninas. Sim, há um tubarão desenhado na parede. Deixa as crianças por lá e corre pra ver se as cerejas chegaram.
Frutas no carrinho. Vamos às carnes.
As meninas se divertem entre as prateleiras. Brincam de esconde-esconde.
Quando passam pelos sucos de caixinha querem beber.
Mãe explica, mas não convence. O personagem do desenho animado estampado na caixinha é mais poderoso (odeio!). Quinze minutos para escolher o sabor. De uva, como sempre. Enfiam o canudinho e tomam t-u-d-o. Elas estavam com sede, se culpa a Mãe (já nem mais lembrando da sacanagem das agências de publicidade!).
Pega frango. Pega peixe.
Pega macarrão. Manteiga.
E, mais uma vez, reclama por não ter encontrado o leite condensado da promoção.
As meninas sentam no meio do corredor e fazem um pic-nic com seus suquinhos (os segundos, óhhhh!!!).
A Filha 1 pega iogurte, aquele mesmo que vale por um bifinho.
A Filha 2 chora e também quer uma bandeja inteira só pra ela. Não, brada rigorosa a Mãe.
Buááááááá, brada rigorosa a Filha 2!!!!
A Mãe cede, em nome do bem estar dos passantes e da pressa para chegar em casa.
De repente elas somem.
Cadê, cadê?
Com o coração palpitando ela grita, alto e forte, o nome das filhas.
Nada.
Mais alto dessa vez! Feito doida correndo entre as prateleiras.
Filha 1 aparece carregando um tubo de pasta de dente da Barbie e a Filha 2, um da Galinha Pintadinha. Que bonito!
Querem escovar os dentes ali mesmo.
Ah...não, aí já demais.
Bota de volta as duas no carrinho. Faz um sermão daqueles que deixa um silêncio no ar e seguem pro caixa, grazadeus.
Filas. Mais filas. Caixa preferencial? Teria direito a isso? Sem criança de colo?
Prefere aguardar.
Vinte minutos depois, e dois "kinder ovos" depois, e dois "tic-tacs" depois, e dois "gibis da Mônica" depois, e, e, e, chega a sua vez.
Coloca as meninas de volta ao chão. Delimita um espaço e diz: só aqui tá!
As crianças olham de volta para a Mãe e, por certo, pensam: cê tá de brincadeira, né?!
Recomeça a correria.
Encontram um cachorro. Brincam com ele. Brincam de pega-pega.
Opa, alguém caiu.
Fazem careta de "lelo lelo lelo".
Se apresentam para todas as pessoas: Oi eu sou a Filha 2 e aquela é minha imã, a Filha 1.
Fazem uma barreira na porta de saída do supermercado. Só sai quem falar a senha correta.
Mãe não aguenta e ri, feito as funcionárias dos caixas.
Acomoda tudo na caixinha de papelão.
Seguem para o carro.
Tranca as meninas dentro do veículo antes de guardar as compras, não sem antes encostar na lataria e soltar um "ufa!".
Todas dentro do carro, de volta pra casa.
Mãe liga o rádio e toca uma música animada. Um remix de "Pride" do U2.
Faz um dueto com o Bono e solta um "in the name of love".
Estranha o silêncio vindo do banco de trás. Será que esqueceu alguém?
Estranha o silêncio vindo do banco de trás. Será que esqueceu alguém?
Olha desesperada para trás.
Não, elas não estavam dormindo.
Tinham aberto a caixa de bombom (que, vai saber como foi parar ali) e estavam se jogando no chocolate, bem na hora do jantar.
E limpando as mãos nas cadeirinhas, nos bancos, no estofado do carro.
Fim.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Little Love Story
Nina: Dani, sabia que eu falei pra Ciça que eu vou te dar um beijo?
Daniel: Onde, na bochecha ou na boca? Porque se for na boca você vai virar minha namorada e tem que casar comigo!
Nina: Ah...não, eu vou casar com o Miguel!
Daniel: Então tá, eu caso com outra...
Nina: Casa com a Clara!
Daniel: É! Ela é amiguinha, minha mãe vai gostar, né!?
..............
alguns segundos de silêncio
.............
Daniel: ah...mas era eu quem queria escolher minha namorada...
Nina: eu também....tá, eu posso casar com você!
Todo mundo ri.
Daniel ganha um beijo da Nina.
The end.
(historinha verídica "acontecida" hoje de manhã no carro indo pra escola. Quamorri de tanta fofura!)
Daniel: Onde, na bochecha ou na boca? Porque se for na boca você vai virar minha namorada e tem que casar comigo!
Nina: Ah...não, eu vou casar com o Miguel!
Daniel: Então tá, eu caso com outra...
Nina: Casa com a Clara!
Daniel: É! Ela é amiguinha, minha mãe vai gostar, né!?
..............
alguns segundos de silêncio
.............
Daniel: ah...mas era eu quem queria escolher minha namorada...
Nina: eu também....tá, eu posso casar com você!
Todo mundo ri.
Daniel ganha um beijo da Nina.
The end.
(historinha verídica "acontecida" hoje de manhã no carro indo pra escola. Quamorri de tanta fofura!)
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Retrato
Tem uns momentinhos nessa vida de mãe que tem que ser registrados.
Esse é um deles. Pela primeira vez Nina me desenhou, assim, com perna, braço, boca, olhos, vestido e pintinhas no rosto.
Na saída da escola, me puxou pelo braço e foi mostrar o retrato que tinha feito.
Foi emocionante. Fiquei ali, na porta da sala, toda boba e com os olhos cheios de água.
Uma tia, até disse que eu era a mãe mais babona da escola!
Mas tem como não ser?
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Extra! Extra!
Essa eu tinha que contar!
Nina alcançou mais um marco da infância!
Aprendeu a "limpar o salão".
Em termos técnicos, descobriu que enfiar o dedão no nariz e tirar caquinha de lá é o maior barato.
Ontem mesmo, vindo da casa da vovó, ela me mostrava as bolinhas que conseguia fazer com o que tirou do nariz. Tinha pequenininha, grande e média.
Até que tentamos explicar que ela poderia machucar o nariz fazendo aquilo, mas, de nada adiantou. Ela ficou lá, por uns dez minutos, curtindo o programa que tinha acabado de descobrir!
Pelo menos ela ainda não comeu nenhuma bolinha dessas, por enquanto....
PS: quem não cutiu tirar cocô do nariz quando era criança?! Puxa...eu adorava!
Nina alcançou mais um marco da infância!
Aprendeu a "limpar o salão".
Em termos técnicos, descobriu que enfiar o dedão no nariz e tirar caquinha de lá é o maior barato.
Ontem mesmo, vindo da casa da vovó, ela me mostrava as bolinhas que conseguia fazer com o que tirou do nariz. Tinha pequenininha, grande e média.
Até que tentamos explicar que ela poderia machucar o nariz fazendo aquilo, mas, de nada adiantou. Ela ficou lá, por uns dez minutos, curtindo o programa que tinha acabado de descobrir!
Pelo menos ela ainda não comeu nenhuma bolinha dessas, por enquanto....
PS: quem não cutiu tirar cocô do nariz quando era criança?! Puxa...eu adorava!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Se rola?
terça-feira, 18 de maio de 2010
É de chocolate
Esse dia eu não dei conta de limpá-la apenas com cuspe...ops...desculpe, Marcão, com saliva!
Bem que eu tentei, logo no comecinho da lambança, mas, a coisa foi tomando uma proporção tão grande que eu logo desisti!
Com vocês:


Obrigada pelas fotos Tia Janine e Tio Cairo!
Hummmm ... que saudade dessa trufa!!!
Bem que eu tentei, logo no comecinho da lambança, mas, a coisa foi tomando uma proporção tão grande que eu logo desisti!
Com vocês:
Nina e seu amor por chocolate!
Obrigada pelas fotos Tia Janine e Tio Cairo!
Hummmm ... que saudade dessa trufa!!!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Não fui eu
Era uma vez uma mãe, um pai, uma filha e uma cachorra.
Num dia qualquer de outono, eis que chega a mãe em casa com um pacote de bexigas coloridas.
Encontra a filha e lhe mostra o presente.
A menina adora!
O pai senta na sala, abre o pacotinho e pede para a filha escolher a cor da bexiga que queria ver cheia.
A brincadeira começa então.
O pai enche a bexiga azul, mas não amarra a pontinha. Entrega para a filha que, sem querer, deixa a bola escapar das mãos. A bexiga voa, sem rumo, enlouquecidamente e bate no rabo da cachorra, que, traumatizada, sai da sala em pânico.
Já a menina e o pai ficam às gargalhadas na sala.
A mãe, que até então estava na cozinha, chega.
Vê toda aquela alegria e, com uma pontinha de ciúme da cumplicidade do pai e da filha, decide inventar uma brincadeira muito melhor...
Lembrando que a filha adora o barulho de "páááá" dos estalinhos de festa junina (que ela ama jogar no chão), resolve encher uma bexiga a ponto de estourar.
Coloca a dita cuja no sofá.
Vai para o outro canto da sala.
Respira fundo e sai correndo para sentar na bola, tentando estourá-la.
Uma vez e nada.
Duas vezes e nada.
A filha, do lado do pai, não tira os olhos da mãe.
Terceira vez e "PUUUUUUUMMMM", a bexiga estoura!
E a filha cai no choro....assustadíssima com aquilo tudo...
A mãe ri, descontroladamente e, principalmente, porque a brincadeira que inventou não tinha dado nada certo....
É, mãe não acerta sempre! Às vezes, o tiro sai pela culatra...
Gente, juro, essa mãe aí de cima não sou eu...
Num dia qualquer de outono, eis que chega a mãe em casa com um pacote de bexigas coloridas.
Encontra a filha e lhe mostra o presente.
A menina adora!
O pai senta na sala, abre o pacotinho e pede para a filha escolher a cor da bexiga que queria ver cheia.
A brincadeira começa então.
O pai enche a bexiga azul, mas não amarra a pontinha. Entrega para a filha que, sem querer, deixa a bola escapar das mãos. A bexiga voa, sem rumo, enlouquecidamente e bate no rabo da cachorra, que, traumatizada, sai da sala em pânico.
Já a menina e o pai ficam às gargalhadas na sala.
A mãe, que até então estava na cozinha, chega.
Vê toda aquela alegria e, com uma pontinha de ciúme da cumplicidade do pai e da filha, decide inventar uma brincadeira muito melhor...
Lembrando que a filha adora o barulho de "páááá" dos estalinhos de festa junina (que ela ama jogar no chão), resolve encher uma bexiga a ponto de estourar.
Coloca a dita cuja no sofá.
Vai para o outro canto da sala.
Respira fundo e sai correndo para sentar na bola, tentando estourá-la.
Uma vez e nada.
Duas vezes e nada.
A filha, do lado do pai, não tira os olhos da mãe.
Terceira vez e "PUUUUUUUMMMM", a bexiga estoura!
E a filha cai no choro....assustadíssima com aquilo tudo...
A mãe ri, descontroladamente e, principalmente, porque a brincadeira que inventou não tinha dado nada certo....
É, mãe não acerta sempre! Às vezes, o tiro sai pela culatra...
Gente, juro, essa mãe aí de cima não sou eu...
domingo, 9 de maio de 2010
O começo
Quando fiquei grávida, eu ainda não era essa pessoa moderna e chic e nem sabia o que era um blog.
Por isso, para deixar viva a lembrança de como foi me tornar mãe, escrevi alguns textos no word e deixei tudo arquivado em uma pasta que se chama "A história da Nina".
Então, para que que esse "Dia das Mães 2010" não passe em branco, segue o primeiro capítulo deste história:
Por isso, para deixar viva a lembrança de como foi me tornar mãe, escrevi alguns textos no word e deixei tudo arquivado em uma pasta que se chama "A história da Nina".
Então, para que que esse "Dia das Mães 2010" não passe em branco, segue o primeiro capítulo deste história:
"Cap. 1
2007
Ano importante. De grandes realizações, mas também de recomeço, de adaptação e um pouco complicado.
Por isso, decidimos que o ano teria que terminar bem, com a realização de um sonho: viajar para Fernando de Noronha, no reveillon e para comemorar dois anos de casamento.
(Confesso que a idéia inicial, minha, diga-se, era rumar para Paris, mas, como o clima não era favorável na Europa nesta época, sucumbi à idéia do Má e me empolguei com a viagem para Fernando de Noronha)
No começo de novembro fizemos nossa inscrição em um curso de mergulho, afinal, não teria a menor graça ir para Fernando de Noronha e não mergulhar, não é!
Fiz a aula teórica, apenas.
No final do mês, pouco antes da aula prática na piscina, retrai a intenção de me tornar uma exímia mergulhadora. Minha menstruação estava atrasada e fiquei receosa de fazer os exercícios com o cilindro na piscina. Seria arriscado para o bebê, caso, realmente, estivesse grávida.
Naquela semana, nos últimos dias de novembro tive um sonho: minha mãe dizendo, com muita tranqüilidade, que era para eu me acalmar que a Nina já estava vindo.
Acordei um pouco impressionada e emocionada. Contei para o Má o acontecido: Nina era o nome que eu, há muito tempo, gostaria de colocar em nossa filha, se, por acaso tivéssemos uma.
No dia 05 de dezembro liguei para o Má e pedi para ele comprar um teste de gravidez na farmácia. Tinha lido que o teste funciona melhor quando é feito com a primeira urina da manhã, por isso, tomei a decisão de fazer o tal exame só na manhã da quinta-feira.
Não agüentei. Depois da novela das 8, enquanto o Má estava no computador, me enfiei no banheiro e fiz o teste.
Fiquei meio boba quando vi o resultado. Duas listinhas. Gravidez confirmada. Gritei, chamando o Má. Ele também tinha entendido que o resultado era positivo.
Não sei descrever o que sentimos naquela hora. Acho que nem o Má. Ficamos rindo, nervosos, um pouco incrédulos, mas muito felizes, era evidente.
No entanto, e aí começa a parte engraçada da história, resolvi, ao acordar na manhã do dia seguinte, que iria fazer outro teste, como as bulas recomendavam.
Cheguei mais cedo ao escritório, me tranquei no banheiro, fiz xixi no potinho, coloquei a fitinha de papel e esperei até que as duas listinhas aparecessem. E não é que elas apareceram! De novo!
Diante disso, liguei para o médico e marquei uma consulta para o final do dia.
Nesse intervalo não consegui me concentrar em nada. Queria gritar pro mundo que a gente iria ter um bebezinho! Mas esse fato ainda teria que ser confirmado pelo Dr. Cal, meu médico.
Fui na consulta sozinha, porque o Má também estava no consultório dele.
Contei dos dois testes e o meu médico logo se levantou da cadeira para me parabenizar. Eu, antes de aceitar qualquer felicitação, perguntei se era certeza mesmo que estava grávida.
Ele riu, pediu para que fosse ao banheiro e fizesse um pouco de xixi em um copo plástico.
De volta ao consultório, vi que sobre a mesa do médico, tinha cinco fitinhas de teste de gravidez.
Ele foi colocando uma a uma na urina e em todas elas apareciam as duas listinhas, confirmando, por sete vezes, a gravidez!
Rimos muito disso!
Sai do médico e liguei imediatamente para o Má! Ele ficou muito feliz, dava pra perceber na sua voz o quanto tinha gostado da notícia.
Ao chegar em casa, depois de muitos abraços e beijos, disse que queria contar para minha mãe, minha irmã e prá Ciça a novidade – elas tinham que ser as primeiras (depois de nós) a saber da grande novidade!
Fomos para Sales. Minha mãe estava no posto do meu tio. Pedi para ela ir pra casa. Lá chegando, na presença da Gi, da Ciça, da Tia Isaura e da Cris, contamos sobre o bebê.
Esse foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Minha mãe, super emocionada, chorou muito. Eu também. Ficamos abraçadas um tempão, sem falar nada. Eu não conseguiria mesmo falar nada naquela hora. Só queria ficar ali, abraçada com ela, prá sempre.
Depois desse momento mágico, vieram os cumprimentos de todos e a felicidade ficou estampada no rosto de cada um que estava na sala de casa.
Minha irmã ligou para o papai, minha mãe para todas as tias e a Ciça queria ligar para as amigas! Uma folia danada!
Saímos da minha casa e fomos dar a notícia para os pais do Má. Eles adoraram também! Ficaram extasiados com as boas novas, dava para ver na expressão deles o quanto estavam felizes!
Liguei, então, para minha amiga Vi, que estava na aula em Ribeirão. Ela é minha melhor amiga, alguém que, sem dúvidas, torce muito por mim. Contei e ela ficou gritando do outro lado da linha. Muito engraçado!
Então, fomos para casa. Naquela noite, nem eu, nem o Má conseguimos dormir direito. Era evidente que estávamos apreensivos com todo o acontecido, apesar de muito felizes.
Acho que esse sentimento deve ser comum a todos os pais. Dá um enorme medo de não dar conta do que vem pela frente. Aliás, dá um medo danado de tudo!
E foi assim que a história da Nina começou...
Feliz Dia das Mães para vocês, mulherada querida! Beijo especial para minha mãe (te amo, te amo!). Outro prá Ana e prá Jan, as novas grávidas dos pedaço (duvido que vocês fizeram 7 exames de gravidez!!!) que hoje comemoram, pela primeira vez, essa data! Meninas....só tenho uma coisa a dizer: é bom até !!!
2007
Ano importante. De grandes realizações, mas também de recomeço, de adaptação e um pouco complicado.
Por isso, decidimos que o ano teria que terminar bem, com a realização de um sonho: viajar para Fernando de Noronha, no reveillon e para comemorar dois anos de casamento.
(Confesso que a idéia inicial, minha, diga-se, era rumar para Paris, mas, como o clima não era favorável na Europa nesta época, sucumbi à idéia do Má e me empolguei com a viagem para Fernando de Noronha)
No começo de novembro fizemos nossa inscrição em um curso de mergulho, afinal, não teria a menor graça ir para Fernando de Noronha e não mergulhar, não é!
Fiz a aula teórica, apenas.
No final do mês, pouco antes da aula prática na piscina, retrai a intenção de me tornar uma exímia mergulhadora. Minha menstruação estava atrasada e fiquei receosa de fazer os exercícios com o cilindro na piscina. Seria arriscado para o bebê, caso, realmente, estivesse grávida.
Naquela semana, nos últimos dias de novembro tive um sonho: minha mãe dizendo, com muita tranqüilidade, que era para eu me acalmar que a Nina já estava vindo.
Acordei um pouco impressionada e emocionada. Contei para o Má o acontecido: Nina era o nome que eu, há muito tempo, gostaria de colocar em nossa filha, se, por acaso tivéssemos uma.
No dia 05 de dezembro liguei para o Má e pedi para ele comprar um teste de gravidez na farmácia. Tinha lido que o teste funciona melhor quando é feito com a primeira urina da manhã, por isso, tomei a decisão de fazer o tal exame só na manhã da quinta-feira.
Não agüentei. Depois da novela das 8, enquanto o Má estava no computador, me enfiei no banheiro e fiz o teste.
Fiquei meio boba quando vi o resultado. Duas listinhas. Gravidez confirmada. Gritei, chamando o Má. Ele também tinha entendido que o resultado era positivo.
Não sei descrever o que sentimos naquela hora. Acho que nem o Má. Ficamos rindo, nervosos, um pouco incrédulos, mas muito felizes, era evidente.
No entanto, e aí começa a parte engraçada da história, resolvi, ao acordar na manhã do dia seguinte, que iria fazer outro teste, como as bulas recomendavam.
Cheguei mais cedo ao escritório, me tranquei no banheiro, fiz xixi no potinho, coloquei a fitinha de papel e esperei até que as duas listinhas aparecessem. E não é que elas apareceram! De novo!
Diante disso, liguei para o médico e marquei uma consulta para o final do dia.
Nesse intervalo não consegui me concentrar em nada. Queria gritar pro mundo que a gente iria ter um bebezinho! Mas esse fato ainda teria que ser confirmado pelo Dr. Cal, meu médico.
Fui na consulta sozinha, porque o Má também estava no consultório dele.
Contei dos dois testes e o meu médico logo se levantou da cadeira para me parabenizar. Eu, antes de aceitar qualquer felicitação, perguntei se era certeza mesmo que estava grávida.
Ele riu, pediu para que fosse ao banheiro e fizesse um pouco de xixi em um copo plástico.
De volta ao consultório, vi que sobre a mesa do médico, tinha cinco fitinhas de teste de gravidez.
Ele foi colocando uma a uma na urina e em todas elas apareciam as duas listinhas, confirmando, por sete vezes, a gravidez!
Rimos muito disso!
Sai do médico e liguei imediatamente para o Má! Ele ficou muito feliz, dava pra perceber na sua voz o quanto tinha gostado da notícia.
Ao chegar em casa, depois de muitos abraços e beijos, disse que queria contar para minha mãe, minha irmã e prá Ciça a novidade – elas tinham que ser as primeiras (depois de nós) a saber da grande novidade!
Fomos para Sales. Minha mãe estava no posto do meu tio. Pedi para ela ir pra casa. Lá chegando, na presença da Gi, da Ciça, da Tia Isaura e da Cris, contamos sobre o bebê.
Esse foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Minha mãe, super emocionada, chorou muito. Eu também. Ficamos abraçadas um tempão, sem falar nada. Eu não conseguiria mesmo falar nada naquela hora. Só queria ficar ali, abraçada com ela, prá sempre.
Depois desse momento mágico, vieram os cumprimentos de todos e a felicidade ficou estampada no rosto de cada um que estava na sala de casa.
Minha irmã ligou para o papai, minha mãe para todas as tias e a Ciça queria ligar para as amigas! Uma folia danada!
Saímos da minha casa e fomos dar a notícia para os pais do Má. Eles adoraram também! Ficaram extasiados com as boas novas, dava para ver na expressão deles o quanto estavam felizes!
Liguei, então, para minha amiga Vi, que estava na aula em Ribeirão. Ela é minha melhor amiga, alguém que, sem dúvidas, torce muito por mim. Contei e ela ficou gritando do outro lado da linha. Muito engraçado!
Então, fomos para casa. Naquela noite, nem eu, nem o Má conseguimos dormir direito. Era evidente que estávamos apreensivos com todo o acontecido, apesar de muito felizes.
Acho que esse sentimento deve ser comum a todos os pais. Dá um enorme medo de não dar conta do que vem pela frente. Aliás, dá um medo danado de tudo!
E foi assim que a história da Nina começou...
Feliz Dia das Mães para vocês, mulherada querida! Beijo especial para minha mãe (te amo, te amo!). Outro prá Ana e prá Jan, as novas grávidas dos pedaço (duvido que vocês fizeram 7 exames de gravidez!!!) que hoje comemoram, pela primeira vez, essa data! Meninas....só tenho uma coisa a dizer: é bom até !!!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Se liga Rata!
Só sei de uma coisa: o casamento da Rata e do Rato está por um fio...
Depois que comprei o DVD de clipes do "Palavra Cantada", Nina se apaixonou enlouquecidamente pelo Rato e já ouviu umas 200 vezes o tal do clipe em que ele aparece se declarando para a lua, a nuvem, a brisa, a parede e a Rata, que aceita seu pedido de casamento no final.
Só ontem o papai contabilizou 25 repetições da música.
Na primeira vez que o viu, ficou com medo e pulou no meu colo.
Depois, vendo o Rato todo e todo, rebolando e cantarolando com aquela voz liiiiiinda, perdeu o medo e passou a jogar olhares languidos ao bichinho, que, ao consta, também anda correspondendo esta paquera, já que não cansa de se exibir na TV.
Agora é assim: Nina fica lá, olhos fixos na performance do Rato e quando acaba o clipe, ela solta:
- "Outo". O do Rato.
E vamos nós para mais uma oitiva (201, 202, 203...) da musiquinha que enfeitiçou nossa menina.
Por isso, Dona Rata, cuidado!
Nina sim é de fino trato (além de móó gata, né!) e já já vai te tomar esse Rato!
Depois não fala que eu não avisei!!!
Depois que comprei o DVD de clipes do "Palavra Cantada", Nina se apaixonou enlouquecidamente pelo Rato e já ouviu umas 200 vezes o tal do clipe em que ele aparece se declarando para a lua, a nuvem, a brisa, a parede e a Rata, que aceita seu pedido de casamento no final.
Só ontem o papai contabilizou 25 repetições da música.
Na primeira vez que o viu, ficou com medo e pulou no meu colo.
Depois, vendo o Rato todo e todo, rebolando e cantarolando com aquela voz liiiiiinda, perdeu o medo e passou a jogar olhares languidos ao bichinho, que, ao consta, também anda correspondendo esta paquera, já que não cansa de se exibir na TV.
Agora é assim: Nina fica lá, olhos fixos na performance do Rato e quando acaba o clipe, ela solta:
- "Outo". O do Rato.
E vamos nós para mais uma oitiva (201, 202, 203...) da musiquinha que enfeitiçou nossa menina.
Por isso, Dona Rata, cuidado!
Nina sim é de fino trato (além de móó gata, né!) e já já vai te tomar esse Rato!
Depois não fala que eu não avisei!!!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Já prá cama!
Depois de subir no berço que dorme na casa da vovó, colocar as pernas por cima das grades laterais e quase levar um tombo daqueles, minha mãe decidiu que era hora de colocar Nina para dormir na cama durante o dia.
E foi assim que minha pequena passou de fase.
Agora, enquanto ela fica na casa da vovó, dorme na minha antiga cama, no meu antigo quarto.
Confesso que me deu um nó na garganta ver ela assim tão mocinha. Tá passando rápido demais, meu Deus!
Mas nem deu tempo de chorar de emoção, porque, quando fui vê-la na cama nova, Nina me vem com a seguinte pérola: disse que além de subir, ela já sabia descer da cama. Sabe como?
De "buna" !
De bunda, gente!
(traduzindo: ela vai de marcha ré pela cama, coloca primeiro os pés e depois o bumbum prá fora e só então é que coloca os pés no chão)
Então, o nó no peito se desfez na hora e tudo ficou uma delícia!
Beijo!
Ótimo final de semana prá todo mundo!
E foi assim que minha pequena passou de fase.
Agora, enquanto ela fica na casa da vovó, dorme na minha antiga cama, no meu antigo quarto.
Confesso que me deu um nó na garganta ver ela assim tão mocinha. Tá passando rápido demais, meu Deus!
Mas nem deu tempo de chorar de emoção, porque, quando fui vê-la na cama nova, Nina me vem com a seguinte pérola: disse que além de subir, ela já sabia descer da cama. Sabe como?
De "buna" !
De bunda, gente!
(traduzindo: ela vai de marcha ré pela cama, coloca primeiro os pés e depois o bumbum prá fora e só então é que coloca os pés no chão)
Então, o nó no peito se desfez na hora e tudo ficou uma delícia!
Beijo!
Ótimo final de semana prá todo mundo!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Passarinho
Depois de uma fase de super comilança, onde ela se fartou de arroz com feijão, brócolis e até leitoa assada, Nina entrou na velha onda de fechar a boca again.
Começou lá na viagem. Foi chegar no hotel prá ela recusar comida salgada. Tudo bem, estávamos de férias, na Bahia, praia, mar, sol, azeite de dendê, acarajé, camarão...enfim, me conformei com sua falta de apetite para o "papá". Aliás, era comum ouvir de outras mães essa mesma queixa. Ficava observando as outras crianças e elas agiam da mesma maneira: não prá comidinha delícia preparada pela mãezinha e sim prá batata frita com arroz e macarrão (juro...vi um japonezinho comendo isso e a mãe dela com a maior cara de desesperada do lado!).
Lá pelo terceiro dia de férias ela descobriu o peixe grelhado e foi a salvação da pátria! Comia 3 filés no almoço com arroz branco e uvas de sobremesa. E só. Mais nada de diferente. Só uma banana aqui e um iogurte lá.
Daí voltamos prá casa e a "boca fechada", que era prá ter sido abandonada no mar, veio com a gente.
Prá piorar, um dentão resolveu nascer e uma gripinha se instalou na pequena.
Resultado: novo desespero meu e choro inconsolável na cozinha de casa, depois de ter feito 4 ou 5 pratos diferentes, ter tentado por mais de 2 horas dar comida, ter molhado a pia inteira deixando ela brincar com a torneira e ter estragado uma meia dúzia de batons meus para ela comer.
Ontem relatei tudo isso ao pediatra e pedi ajuda, que veio em forma de um conhecido estimulante de apetite chamado "cobavital".
Dei 1ml antes do jantar e ela comeu tudo, abrindo a boquinha com vontade.
Fiquei alegrona!
Mas essa felicidade, em poucas horas, se transformou em pânico.
Mais ou menos 2 horas depois de ter tomado o tal estimulante, Nina começou apresentar sinais de irritação. Não queria brincar de nada. Tentei boneca, bola, casinha. Nada. Ficava deitada no chão fazendo birra. Se eu pegava ela no colo, logo tentava me bater e gritava não, não, não, sem parar.
Depois da irritação, ficou super sonolenta. Parecia que estava "dopada". Às nove da noite, depois de ter dormido por quase 4 horas à tarde, caiu no sono e só acordou hoje.
Não gostei nada da reação que Nina teve com esse remédio (li na bula que é normal isso...mas sei lá...prá mim não é não!)
Joguei o remédio fora e prometi nunca mais dar.
De que adianta comer feito doida e ficar desse jeito?
Prefiro que ela coma feito passarinho e fique alegre, sorridente, brincalhona e ativa como sempre!
Eu heim!!!!
Começou lá na viagem. Foi chegar no hotel prá ela recusar comida salgada. Tudo bem, estávamos de férias, na Bahia, praia, mar, sol, azeite de dendê, acarajé, camarão...enfim, me conformei com sua falta de apetite para o "papá". Aliás, era comum ouvir de outras mães essa mesma queixa. Ficava observando as outras crianças e elas agiam da mesma maneira: não prá comidinha delícia preparada pela mãezinha e sim prá batata frita com arroz e macarrão (juro...vi um japonezinho comendo isso e a mãe dela com a maior cara de desesperada do lado!).
Lá pelo terceiro dia de férias ela descobriu o peixe grelhado e foi a salvação da pátria! Comia 3 filés no almoço com arroz branco e uvas de sobremesa. E só. Mais nada de diferente. Só uma banana aqui e um iogurte lá.
Daí voltamos prá casa e a "boca fechada", que era prá ter sido abandonada no mar, veio com a gente.
Prá piorar, um dentão resolveu nascer e uma gripinha se instalou na pequena.
Resultado: novo desespero meu e choro inconsolável na cozinha de casa, depois de ter feito 4 ou 5 pratos diferentes, ter tentado por mais de 2 horas dar comida, ter molhado a pia inteira deixando ela brincar com a torneira e ter estragado uma meia dúzia de batons meus para ela comer.
Ontem relatei tudo isso ao pediatra e pedi ajuda, que veio em forma de um conhecido estimulante de apetite chamado "cobavital".
Dei 1ml antes do jantar e ela comeu tudo, abrindo a boquinha com vontade.
Fiquei alegrona!
Mas essa felicidade, em poucas horas, se transformou em pânico.
Mais ou menos 2 horas depois de ter tomado o tal estimulante, Nina começou apresentar sinais de irritação. Não queria brincar de nada. Tentei boneca, bola, casinha. Nada. Ficava deitada no chão fazendo birra. Se eu pegava ela no colo, logo tentava me bater e gritava não, não, não, sem parar.
Depois da irritação, ficou super sonolenta. Parecia que estava "dopada". Às nove da noite, depois de ter dormido por quase 4 horas à tarde, caiu no sono e só acordou hoje.
Não gostei nada da reação que Nina teve com esse remédio (li na bula que é normal isso...mas sei lá...prá mim não é não!)
Joguei o remédio fora e prometi nunca mais dar.
De que adianta comer feito doida e ficar desse jeito?
Prefiro que ela coma feito passarinho e fique alegre, sorridente, brincalhona e ativa como sempre!
Eu heim!!!!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
A Mari tinha razão...
...quando colocou, lá no "pequeno guia prático", que a Alice ama ela.
Até agora, aqui em casa, Nina ainda não tinha manifestado tão explicitamente seu amor por mim. Dias atrás ela começou a ter uma certa preferência pela mãe.
Só me chamava, só queria o meu colo, me perseguia pela casa.
Era mamãiiii prá lá e mamãiiii prá cá.
Quando eu ia banheiro, logo ela vinha atrás e ficava ali comigo perguntando se é xixi ou "totô".
Ao deixá-la na casa da vovó (para mamãe trabalhar), a pessoa grudava no meu pescoço e haja ginástica para tirá-la dali, motivando, por isso, choros desesperados e questionamentos existênciais desta mãe que vos fala.
Mas ontem ela se superou.
Depois do almoço, quando eu tentava fazê-la dormir, ela se levantou do meu colo, olhou prá mim e me abraçou bem apertado e grandão...
Falei: hum...que delícia de abraço!
E ela continuou a me abraçar, por diversas e diversas vezes...
Tão bom isso! Queria ficar ali, prá sempre, agarradinha nela!
Mas o melhor disso tudo é saber que esse amor só vai crescer (né não Mari?!).
Outro dia, estava na manicure e uma menina de uns 4 anos estava com a mãe ao lado. De repente, ela olhou prá mim e disse, assim, do nada: eu amo a minha mãe, sabia?
Suspiros...
E por hoje é só. Deixa eu sair correndo prá ganhar mais um abraço ali!
Beijo!
Dani
Até agora, aqui em casa, Nina ainda não tinha manifestado tão explicitamente seu amor por mim. Dias atrás ela começou a ter uma certa preferência pela mãe.
Só me chamava, só queria o meu colo, me perseguia pela casa.
Era mamãiiii prá lá e mamãiiii prá cá.
Quando eu ia banheiro, logo ela vinha atrás e ficava ali comigo perguntando se é xixi ou "totô".
Ao deixá-la na casa da vovó (para mamãe trabalhar), a pessoa grudava no meu pescoço e haja ginástica para tirá-la dali, motivando, por isso, choros desesperados e questionamentos existênciais desta mãe que vos fala.
Mas ontem ela se superou.
Depois do almoço, quando eu tentava fazê-la dormir, ela se levantou do meu colo, olhou prá mim e me abraçou bem apertado e grandão...
Falei: hum...que delícia de abraço!
E ela continuou a me abraçar, por diversas e diversas vezes...
Tão bom isso! Queria ficar ali, prá sempre, agarradinha nela!
Mas o melhor disso tudo é saber que esse amor só vai crescer (né não Mari?!).
Outro dia, estava na manicure e uma menina de uns 4 anos estava com a mãe ao lado. De repente, ela olhou prá mim e disse, assim, do nada: eu amo a minha mãe, sabia?
Suspiros...
E por hoje é só. Deixa eu sair correndo prá ganhar mais um abraço ali!
Beijo!
Dani
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Quem tem medo do lobo mau?
A Nina não tem. Ela adora ele, aliás. Um dos livros preferidos dela é o da "Chapéuzinho Vermelho" (presente do papai). Se empolga toda ao ver o lobo lá, na pele da vovózinha.
Também curte o "bicho papão" e não tá nem aí se a "cuca" vem pegá-la, se não dormir.
Faz "uuuuuuu" pro fantasma e ri junto com a bruxa. Rá, rá, rá, rá, rá.
Destemida essa minha pequena, heim?
Quase.
Ela tem medo é do Papai Noel. Aquele mesmo, barrigudinho, de barba branca, roupa vermelha, com bota e saco, que fica sentado na sua poltrona gigante nos corredores dos shoppings.
Os de brinquedo ela até que encara. Mas o tiozinho fantasiado é que é o problema.
Não consegue nem olhar para a figura. Chora e sai correndo.
O pior: com o decorrer dos dias e a proximidade do Natal, o volume de papai noel circulando pela cidade só aumenta e até vai ter um especial todinho prá ela na festa lá em casa (valeu seu Luis!).
Quero só ver o fim desta história!
Será que eu vou ter que virar o caçador e pegar o lobo (ops...o papai noel... prometo que não bato, viu , Seu Luis)?
Depois eu conto, tá!
Beijo!
Dani
PS: O Seu Luis é o pai da Débora (titia querida da Nina), que, gentilmente, cedeu sua figura para o persongem natalino mas típico desta época e resolveu aceitar ficar lá, todo fantasiado, prá fazer a festa da criançada (menos da Nina....eu acho...).
PS 2: Gente, pensando bem...até eu ando com medo do papai noel. Aquela barba enorme...aquele saco enorme...aquele cinto enorme....aquelas botas pretas enormes...ui...arrepios...
Eu...tentando tirar aquela foto clássica, da pequena, no colo no papai noel, fazendo seus pedidos de Natal. Viram? Deu super certo, né!
Também curte o "bicho papão" e não tá nem aí se a "cuca" vem pegá-la, se não dormir.
Faz "uuuuuuu" pro fantasma e ri junto com a bruxa. Rá, rá, rá, rá, rá.
Destemida essa minha pequena, heim?
Quase.
Ela tem medo é do Papai Noel. Aquele mesmo, barrigudinho, de barba branca, roupa vermelha, com bota e saco, que fica sentado na sua poltrona gigante nos corredores dos shoppings.
Os de brinquedo ela até que encara. Mas o tiozinho fantasiado é que é o problema.
Não consegue nem olhar para a figura. Chora e sai correndo.
O pior: com o decorrer dos dias e a proximidade do Natal, o volume de papai noel circulando pela cidade só aumenta e até vai ter um especial todinho prá ela na festa lá em casa (valeu seu Luis!).
Quero só ver o fim desta história!
Será que eu vou ter que virar o caçador e pegar o lobo (ops...o papai noel... prometo que não bato, viu , Seu Luis)?
Depois eu conto, tá!
Beijo!
Dani
PS: O Seu Luis é o pai da Débora (titia querida da Nina), que, gentilmente, cedeu sua figura para o persongem natalino mas típico desta época e resolveu aceitar ficar lá, todo fantasiado, prá fazer a festa da criançada (menos da Nina....eu acho...).
PS 2: Gente, pensando bem...até eu ando com medo do papai noel. Aquela barba enorme...aquele saco enorme...aquele cinto enorme....aquelas botas pretas enormes...ui...arrepios...
Eu...tentando tirar aquela foto clássica, da pequena, no colo no papai noel, fazendo seus pedidos de Natal. Viram? Deu super certo, né!sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Sobre ontem à noite
Ontem à noite eu estava no quarto da Nina arrumando o guarda-roupa (ai meu Deus tem hífen?)dela. O Má tava no computador falando com o Tio Paulão no msn. De repente, escutei um barulho estranho. Quem tava mexendo com água aquela hora da noite? O som vinha do banheiro da Nina. Saí do quarto e o Má do computador. Os dois em direção ao barulho. Quando chegamos no banheiro vimos a seguinte cena: Nina, só de fralda, com mais da metade do corpo dentro do vaso sanitário, de perninhas para o ar, com a cara na água da privada! Gritamos: Ninaaaaa... Ela levantou, com o rostinho todo molhado e com a maior cara de quem sabe que tava fazendo arte, nos chamou para ver o que ela tinha jogado prá dentro do vaso: sua fraldinha de boca, escova e pente de cabelo. Mostrou a bagunça prá gente, fechou a tampa da privada e saiu do local do crime como quem não quer nada, em direção ao colo do papai!
Eu nunca ri tanto! O Má, ficou bravo com ela, comigo também, porque eu não fiquei brava com ela (ai...ai...ai...)!
E a noite terminou assim, com um gostoso banho quentinho na menininha, com a mamãe de bochecha dolorida de tanto rir e o papai dando beijinho nas duas!
É ... como dizem no McDonald's: AMO MUITO TUDO ISSO!
Beijos a todos e um ótimo feriado!
Feliz DIA DAS CRIANÇAS para o André (meu genrinho, filho da Rê), a Luísa (da Rô), a Alice (da Mari), a Valentina e o Antônio (da Isa), o Caio (da Thaís), o João (da Flá), o Ian (da Dani), o Pitoco (da mãe dele), o Noah (da outra Rô), a Mariana (da Patrícia), o Gui (da Nat)...hum...acho que eu esqueci de alguém....Ah...beijo para todo mundo!
Dani
Como não deu prá tirar foto da cena da privada, segue essa aqui, da Nina, toda sereia na sua piscina!
Eu nunca ri tanto! O Má, ficou bravo com ela, comigo também, porque eu não fiquei brava com ela (ai...ai...ai...)!
E a noite terminou assim, com um gostoso banho quentinho na menininha, com a mamãe de bochecha dolorida de tanto rir e o papai dando beijinho nas duas!
É ... como dizem no McDonald's: AMO MUITO TUDO ISSO!
Beijos a todos e um ótimo feriado!
Feliz DIA DAS CRIANÇAS para o André (meu genrinho, filho da Rê), a Luísa (da Rô), a Alice (da Mari), a Valentina e o Antônio (da Isa), o Caio (da Thaís), o João (da Flá), o Ian (da Dani), o Pitoco (da mãe dele), o Noah (da outra Rô), a Mariana (da Patrícia), o Gui (da Nat)...hum...acho que eu esqueci de alguém....Ah...beijo para todo mundo!
Dani
Como não deu prá tirar foto da cena da privada, segue essa aqui, da Nina, toda sereia na sua piscina!sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Adoro...

- Ver você dormir de bumbum prá cima;
- Ganhar um abraço cheio de saudade;
- Ver você dando um beijo no papai...sim...um só...porque mais de um você não dá , de jeito nenhum;
- Aquele seu sorrisão com 4...quase 5 ou 6 dentes;
- Ver que você descobriu que girar, girar, girar e ficar andando igual bêbada, é o maior barato;
- Seu cheiro, o melhor de todos os cheiros que eu já senti nessa vida;
- Ficar sentada no chão brincando de boneca, com suas 15 (ai, ai, ai..) bonecas;
- Brincar de esconde-esconde, de gol, de pega-pega;
- Dar altas risadas juntas;
- Ver que você A-D-O-R-A a Mel, os canários do papai, o pato, a vaca, o caco (macaco), a girafa...
- Quando a gente fala assim: Ja-ca...e você, completando, diz: ...ré!
- Como você se balança, prá lá e prá cá, quando cantamos juntos "coelhinho da páscoa, que trazes para mim...";
- Sua birra na hora de dormir e o dengo que fica com o papai, só para ele te dar o mamá e o beijinho de boa noite;
- Te olhar enquanto você dorme e pensar em como você cresceu;
- Quando você só quer o meu colinho;
- E, finalmente, que hoje é sexta e que amanhã e depois iremos ficar, nós 3, agarradinhos! Uhuuu!!!
Beijo e bom fim de semana!
PS: filha, essas são só algumas coisas que eu adoro em você...tem mais um monte...depois eu te conto lá em casa, tá!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Consegui!
Ele apareceu...até que enfim!
Depois de várias, centenas de fotos tentando retratar o primeiro dentinho da Nina, neste último domingo, ele resolveu dar o ar da graça! Foi presente do dia das mães, certeza!
E a mamãe aqui ficou toda orgulhosa da foto linda que tirou!
A pequena tá um charme com esse dentão solitário na boca, né gente!
Tá parecendo a Nanny Macphee - a Babá Encantada - já assistiram esse filme?!!!
Brincadeira!!!
Minha Ninete é muito, muito, muito, mais fofa que ela!
Ah...e esse dente exibido não é mais o único não! Agora, D. Nina já tem 4! Mais um embaixo e os dois de cima, que ainda estão pequenininhos.
Azar o meu!
Agora começa tudo de novo...a busca pela foto do segundo, terceiro e quarto dente!
E quando nascerem todos?
Ai...Ai...Ai...
Beijo!
Dani
PS: Tio Paulão: olha aí o dentão lindo da sua sobrinha! Já estamos escovando ele (e os outros) direitinho, tá!
Depois de várias, centenas de fotos tentando retratar o primeiro dentinho da Nina, neste último domingo, ele resolveu dar o ar da graça! Foi presente do dia das mães, certeza!
E a mamãe aqui ficou toda orgulhosa da foto linda que tirou!
A pequena tá um charme com esse dentão solitário na boca, né gente!
Tá parecendo a Nanny Macphee - a Babá Encantada - já assistiram esse filme?!!!
Brincadeira!!!
Minha Ninete é muito, muito, muito, mais fofa que ela!
Ah...e esse dente exibido não é mais o único não! Agora, D. Nina já tem 4! Mais um embaixo e os dois de cima, que ainda estão pequenininhos.
Azar o meu!
Agora começa tudo de novo...a busca pela foto do segundo, terceiro e quarto dente!
E quando nascerem todos?
Ai...Ai...Ai...
Beijo!
Dani
PS: Tio Paulão: olha aí o dentão lindo da sua sobrinha! Já estamos escovando ele (e os outros) direitinho, tá!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
De agora em diante...
A grande novidade deste aniversário de 9 meses é que, agora, a Nina chora na consulta com o pediatra. Na verdade, ela berra, esperneia, ameaça vomitar e derruba rios de lágrimas ao ver o coitadinho do Dr!
Para vocês terem uma idéia, quando saí da sala do médico, a recepção ficou toda em silêncio...talvez com medo da Nina começar o alvoroço de novo...ou, quem sabe, ver quem era a causadora do chororô...que, certeza, deve ter traumatizado as outras crianças que estavam ali esperando...
Ainda bem que o médico tem uma paciência fantástica! Me explicou que, de agora em diante, todas as consultas iriam ser desse jeito, recheadas de shows da Nina, porque...é fase!
E eu? Bom...ri até né! Achei muito engraçado gente! Nunca tinha visto a Nina se comportar desse jeito! Ela sempre foi muito calma, nunca estranhava ninguém. Só chorou mesmo no primeiro mês de vida, depois, nada...
Prometo que na próxima consulta levo a máquina para filmar!
No mais: feliz aniversário para minha pequena, o nenê mais fofo e "amywinehouse" da mamãe!
Te amo, minha lindona!
Dani
Para vocês terem uma idéia, quando saí da sala do médico, a recepção ficou toda em silêncio...talvez com medo da Nina começar o alvoroço de novo...ou, quem sabe, ver quem era a causadora do chororô...que, certeza, deve ter traumatizado as outras crianças que estavam ali esperando...
Ainda bem que o médico tem uma paciência fantástica! Me explicou que, de agora em diante, todas as consultas iriam ser desse jeito, recheadas de shows da Nina, porque...é fase!
E eu? Bom...ri até né! Achei muito engraçado gente! Nunca tinha visto a Nina se comportar desse jeito! Ela sempre foi muito calma, nunca estranhava ninguém. Só chorou mesmo no primeiro mês de vida, depois, nada...
Prometo que na próxima consulta levo a máquina para filmar!
No mais: feliz aniversário para minha pequena, o nenê mais fofo e "amywinehouse" da mamãe!
Te amo, minha lindona!
Dani
Cara de arteira? Eu? Como assim?terça-feira, 5 de maio de 2009
Momentos fofos
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Mudanças
Nossa! Tava olhando essa foto minha, do Má e da Nina (capa do blog) e.....nossa (de novo, que é prá mostrar surpresa!) como ela mudou nesses últimos 05 meses. Fisicamente mesmo! Olha só essa fotinha linda que eu to postando hoje e me digam se concordam ou não comigo.
Quando a gente tem um filho, fica ainda mais nítido que o tempo passa rápido demais e que a vida muda em uma velocidade alucinante. E também que tudo é uma delícia, que as coisas ruins não tem vez e que fazer o bem é muito BOM!
Mas, de vez em quando, a gente fica triste, como hoje, porque a Nina pegou, pela 1a. vez na vida, gripe! Coitadinha..... E, nessas horas, mãe sofreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.....
Ainda bem que passa em 03 dias, como disse a Bi prá me animar!
E aí...vamos poder curtir o 1o. Carnaval da pequena!
EEEEEEEEEEEEEEEE!!!!
Beijos!
Ah...para quem se interessar, estou acompanhando uns blogs bem legais, de umas mães super fofas (Renata e Flávia: beijo e obrigada pelos comentários...adorei! Vamos nos falando!), que tem uns filhos lindos! Vale a pena ler: http://www.lilataeosgatos.blogspot.com/, http://www.joaoastronauta.blogspot.com/; http://www.aprendiz-de-mae.blogspot.com/.
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