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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Leite é amor!

Eu já contei aqui toda minha experiência (olha o link " amamentação" aí em cima!).
Falei dos perrengues. Mas muito mais das delícias!
Porque, minha amiga, a gente esquece do peito dolorido. Mas lembra, sempre, do cheiro que sai da boca do bebê depois de mamar, do rostinho dele colado na gente, daquela marquinha que ele fica logo depois de sugar, do olhar dele às 4 da manhã,  da mãozinha sobre o peito, do soninho bom que dá logo depois.
Isso é amor, não tem outro nome não!





IMPORTANTE! Esse post faz parte da Blogagem Coletiva com objetivo de incentivar a doação de leite materno aos Bancos de Leite. Saiba mais informações de como doar clicando no selinho!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

E fim.

Não. Não teve musiquinha da novela "Celebridades"(quem lembra do tantantan?!), nem holofotes, nem suspiros e, muito menos, lágrimas.
Alice  auto desmamou-se!
Sim, porque ela quis assim.
Um dia, o ser engatinhante mais fofo desse mundo (vulgo Alicinha arteirinha da mamãe) descobriu, jogada num canto qualquer da sala, a mamadeira da irmã.
Não pensou duas vezes: aos 11 meses de idade tomou todo o restinho do mamá.
Daí em diante não podia ver a Nina mamando que falava: mamá e arregalava aquele par de olhos felizes pra mim!
Nessas horas, a teta não servia.
Ela queria era a mamadeira. A rosa. A azul. Qualquer uma.
Chorava. Se jogava no chão.
E eu, morrendo de medo de ser desmamada assim precocemente, sucumbi e dei leite ninho pra ela.
Tomou 150 ml assim ó, rapidinho.
Depois levantou-se e deu um arrotão enorme!
"É ... tá acabando..." pensei sozinha às quatro da manhã de uma quarta qualquer.
Ela ainda queria a teta muitas vezes. Mais pelo aconchego, percebia, e menos para alimentar-se.
Sei que as mamadas foram ficando esparsas. Três, duas, uma vez apenas antes de dormir.
Lembro de um sábado à tarde, há uns quinze dias atrás.
Estavamos os quatro brincando na varanda de casa.
Ela veio, levantou minha blusa e pediu: teta!
Aconcheguei a pequena no colo e ela mamou, assim, por uns 20 minutos sem parar. Pegou uma mecha do meu cabelo com a mãozinha e olhou intensamente pra mim durante o tempo todo. Depois levantou deu um beijo na teta e deu "tchau" pra mim. A irmã estava chamando pra pintar o muro. Só deu tempo de ver a carinha de sapeca e um pouco do leitinho escorrendo pelo canto da boca.
E essa foi a última vez.
Não. Se agora eu choro lendo isso, não é por lamentar que ela não mais queira mamar. Ela está crescendo e eu nunca consegui ver filho crescer sem me emocionar. Quem consegue?
Choro pelo final feliz dessa história. Por ter passado pela delícia de ter amamentado duas filhas. Por ser mãe, eita coisa boa ...

The end.
(com direito à musiquinha de celebridade! Porque não?!)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Capítulo final - até que enfim!

Bora fazer o último capítulo dessa jornada?
Já passou da hora! (é que o aniversário da Nina é amanhã e a festa é na sexta e o negócio ficou feio por aqui: trabalho+criança de férias+organização festinha+marido que foi viajar +++++).

********
Olha, gente, não foi fácil confessar e assumir para minha pessoa, que eu errei com a amamentação da Nina.
Doeu.
Acho que aceitei muito fácil a recomendação do doutor. Não busquei informação, não tive argumentos para discutir a opção de dar leite artificial. A única coisa que eu pensava era que ela tava passando fome, just.
Mas ó, eu tinha um nózinho no peito. Sei lá se é o tal instinto materno, sei que quando dei a primeira mamadeira, juro que pensei: não tá certo, não tá certo.
Por isso, antes de dar o Nan, questionem minha gente. Só isso. Perguntem o porquê (tem acento?). Visitem um sem número de pediatras. Leiam blogs. Se informem.

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Eu despedi a enfermeira no terceiro dia. Falei sério com a minha mãe e pedi: nem cogite dar mamadeira pra essa criança e nem me olhe com aflição quando ela se erguer pra traz recusando o peito.
Alice vai mamar leite materno, questão de honra.
E funcionou. Minha mãe, que ajudou muito nos primeiros dias (meses...) com a Alicinha mudou o discurso, passou a me incentivar. Marido idem. Pediatra idem. Cachorro idem.
Enfim, me cerquei de gente boa, com cara boa e palavras boas.
Me esforcei sim para amamentá-la só no peito, porém, essa mudança de postura das pessoas ao meu redor contribuiu em muito para o sucesso da empreitada.
Por isso, digo, do seu lado, só coloque pessoas do bem. Conselho importante pra toda vida, mas, fundamental nessa fase.

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Tem muito post bom na blogosfera. Visitem a Mari, a Paloma, a (eu lia diariamente os posts delas!) e outras tantas que já escreveram sobre o assunto.

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Essa série só saiu da cabeça porque li esse post da Pat. Achei que tava passando da hora de contar minha história.
Pat, é pra você e para a sua linda Alice, meu beijo especial nesse capítulo final. Rimou!!!!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Amamentando Alice


E eu engravidei de novo e vi a luzinha da 2a. chance brilhar.
A minha segunda filha será amamentada até quando ELA quiser. E ponto.
Vai ser tudo fácil, como foi com a Nina, pensei: logo que nasceu veio pro peito, pega perfeita, bebê sugando que é uma maravilha, leite descendo rápido, peito cheio.
Certo?
-BUUUUUUUUUUUUUUUU de novo!
Não, com a Alice, o começo não foi tão bonito assim.
Vem comigo.
Quando tive a Nina fiquei quase que 20 horas em trabalho de parto, e, apesar de ter feito cesária, acho que pelos hormônios, a chegada do leite foi bem tranquila. Tudo nos "conforme".
Já com a Alice a bolsa rompeu às 07 da manhã e às 8:30h ela já tinha nascido, de cesárea again.
A Nina nasceu num sábado à tarde, então foi fácil colocar um exército de plantão no berçario para evitar que as enfermeiras descem leite artificial ou água glicosada para ela, as famosas "chuquinhas".
Alicinha chegou, chegando, numa segunda-feira cedo, primeiro dia de aula da Nina na nova escola. Não contei com o exército dessa vez. Minha irmã estava trabalhando, minha mãe e o Marcão cuidando da Nina. Então, sei que deram Nan pra ela, apesar de eu ter pedido o contrário.
Quando ela veio mamar pela primeira vez não estava lá muito afim, mesmo porque, não saia nada do peito.
Eu apertava, espremia o bico e cadê o colostro?
Fui pra casa 36 horas depois do parto e a situação continuava igual.
Nessa época contratei duas enfermeiras pra me ajudar durante à noite. Uma delas, sempre estava com a mamadeira pronta do meu lado, dizendo "ela está com fome, vamos dar um leitinho pra ela, seu leite ainda não desceu".
Foram duas noites seguidas ouvindo isso e dando fórmula.
No terceiro dia, surtei. A situação estava tão crítica que Alice até se curvava pra trás recusando o peito e chorava. E eu, chorava mais.
Liguei pra pediatra e ela pediu para que uma enfermeira, especialista em amamentação, fosse até em casa me ver.
Ela pediu para eu amamentar Alice. Apertou meu peito e jorrou leite (colostro) nela. Disse que a pega era ótima e que a pequena estava confundindo os bicos. Mandou retirar, de uma só vez, a mamadeira e dar peito uma, duas, três, 24, 45 vezes por dia.
E assim fiz.
Ela chorou muitas vezes. Recusou mamar outras. Dormiu com fome.
Mas eu não cedi.
Num dia de caos, recebi a visita da pediatra em casa (vantagem de ter escolhido uma pediatra amiga de adolescência!). Ela me disse que viu muitas mães passarem "funchicórea" no bico do peito para ajudar o bebê "pegar" a mama e que não via problema se eu fizesse isso para estimular a pequena a sugar, desde que não durasse pra sempre.
Luz, minha gente, luz.
A tal da "funchicórea" salvou a amamentação da Alice.
Era só colocar o pó docinho no bico e ela grudava. Não passava em toda mamada não. Só quando via que ela não iria pegar mesmo.
Três dias depois, já não usava mais. Alice mamava que era uma beleza!
No primeiro mês engordou 50 g por dia. Uma graça.
No segundo, 30 g.
No terceiro, 20 g.
Sinal de desespero?
Que nada! A nova pediatra, já consciente da minha vontade de amamentar ever e sabendo da história da Nina, me incentivava a cada consulta.
Neste terceiro mês, quando o ganho de peso não foi lá essas coisas, sabe o que ela me disse? "Relaxa, Dani, é normal ela ganhar menos peso agora, afinal, está mais ativa, se exercita com frequência e gasta mais calorias. Ela está ótima!"
Palavrinhas mágicas.
Desde então, Alice engorda, em média 500g ou 600g por mês.
Pesou na última consulta, 6.100 kg, com cinco meses.
Ri o dia inteiro (ai, fiz um védeo dela gargalhando pra Nina que é um "cute"só!), come as mãos sem parar, grita "aaaaaaaa" e "iiiiiiiiiii", fala angu, tosse pra chamar nossa atenção, adora pegar os pés e está quase conseguindo chupar o dedão do pé, rolou na semana passada.
E mama, minha gente, exclusivamente no peito, até agora.
Bom né?!


(continua amanhã...(ou depois de amanhã...) com o capítulo, "o que eu achei disso tudo")

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Amamentando Nina



Fatalmente.
Foi essa a resposta que ouvi do pediatra da Nina quando perguntei se, dando o leite artificial por ele recomendado, ela iria largar o peito.
Com 5 meses, por orientação médica (de dois pediatras) introduzi o Nan, porque a Nina não estava engordando o suficiente, como me diziam na época. Três meses depois, com 8, ela já não mamava mais em mim e tinha virado fã da mamadeira. A profecia do pediatra tinha, enfim, se concretizado.
E ela? Estava engordando o suficiente com esse mix de papinha + frutas + sucos + Nan?
- BUUUUUUUUUUUUUUUUUU !!!!!!
- NÃO.
Continuou seguindo a linha de sua "curva de crescimento". E continua até hoje. Com 2 anos e 11 meses, pesa 12,200 kg e mede 96 cm, minha Bundchen.
Sempre foi precoce. Engatinhou com 6 meses, andou com 10. Com 1 ano e meio falava de tudo.
Mas nunca foi comilona e cheia de dobrinhas.
E aí, eu me pergunto: porque segui a orientação do pediatra e dei Nan pra ela?
Acho que por uma série de motivos: via bebês da mesma idade com peso maior (sempre), pressão de todos os lados (avós, tias, enfim), por achar que ela poderia morrer desnutrida, por nunca ter tido um bebê antes e por não ter buscado maiores informações sobre o assunto.
Em resumo: desesperamos. Como é que a gente iria deixar nossa pequena passar fome? Eu até tentei lutar, busquei outro pediatra, que acabou dando o mesmo diagnóstico e orientação: Nan na criança. A amamentação exclusiva não estava mais surtindo os efeitos desejados pelos médicos, ela estava abaixo do peso para a idade.
E a esperteza dela?
"Não, mãe, isso não conta. O que vale é sabermos quantos ml de leite ela bebe".
Então, tá.
Vamos engordar a Nina, pensei.
Não foi fácil. Ela recusou mamadeira por uma semana. E eu, com os peitos vazando leite, tinha que insisitir com aquela tortura (chorei agora lembrando daqueles dias ...).
Mas depois pegou o negócio, e, logo logo não quis mais mamar no peito.
Foi nessa época que entrei pra blogosfera e aí, minha filha, um mundo se abriu pra mim (e um balde de água gelada caiu na minha cabeça!).
Eu poderia ter amamentado por mais tempo SIM.


(continua amanhã....com o capítulo 2 da história: amamentando Alice).

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Babando!


Como prometido, segue a primeira atualização do blog. Que chic!

E como não poderia deixar de ser, essa primeira postagem tem que ser sobre a Nina!

Estamos babando por ela!

Ela tá muito fofa! Já tá dando gargalhada, querendo ficar em pé no colo, olhando prá todos os lados e reconhecendo as pessoas!

De magrugada ela pára de mamar só prá dar uma risadinha prá mim! Eu quase infarto de felicidade!

Ah...e ela tá apaixonada pelo Má! Quando ele tá por perto não tem prá ninguém...ela só tem olhos pro papai!

Olha só a foto que tirei ontem de manhã...achei que ficou muito artística!

Beijo prá todos e até amanhã!

Dani, Marcão e Nina

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