quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ter ou não uma babá. Eis a questão!

Uma parte de mim diz que sim:
Eu preciso, realmente, de uma ajuda com as meninas. Mais um par de braços, um colo, alguém para brincar com elas enquanto eu almoço, entendem?
Até que segurei bem a onda até agora, mas, algumas coisas ficam sempre por fazer. Não é raro ir dormir sem tomar banho ou ter jantado. Perdi lugar na manicure de tanto cano que dei nela. Faço as minhas próprias unhas às 6 da manhã, quando perco o sono. Depilação...o que é isso mesmo?
Fiz matrícula na academia e consegui ir dois dias.
Já abracei a Nina na privadinha para ajudá-la a fazer cocô, com a Alice pendurada no peito.
Deixei de ler histórias que a Nina me pediu.
Dei banho rápido na Alice mesmo sabendo que ela adora brincar na banheira.
Não posso terceirizar as meninas para minha mãe, que tá famosa pelos seu doces e cheia de encomendas.
Ando meio impaciente, gritona e chata, confesso.
Estou cansada.

Outra parte diz que não:
A idéia de ter alguém cuidando das meninas o dia inteiro não me agrada nada. Alguém que elas nunca viram então...ui...arrepio.
Não sou uma boa patroa. Não sei dar ordens.
Já tenho uma funcionária em casa (Dalva) que dá um super help com as meninas, mas não quer ficar até a hora do jantar delas, a hora do pico.
Até agora não fui com a cara de nenhuma das entrevistadas. Agorinha mesmo, saiu uma daqui e depois me ligou dizendo que teve outra oferta de emprego pelo dobro do salário que ofereci, blefando, só pra ver se eu pagava mais. Devo confiar?
Não quero terceirizar minhas filhas.
Flexibilizar, essa é a regra. Tem dia que a Dalva ajuda, tem dia que a avó ajuda e assim vamos indo. E à noite o Marcão ajuda. O tempo passa rápido demais e já já as coisas melhoram.
E o que que tem ficar um ano e meio sem fazer unha, depilar e malhar?
Cansaço? Ai, duvido que não tenha uma mãe que esteja lendo esse post agora e não se sinta cansada...

E você? Tem babá? Não? Passou pelo que estou passando? Me conta...

20 comentários:

Dione disse...

Xi amiga, essa é daquelas questões que a gente joga no vento, fica falando sozinha, ponderando, considerando. Eu queria muito ter alguém de confiança para ficar com a Nina de vez em qdo, mas não confio no tipo que hoje em dia se oferece como babá. Passeia num parquinho no horário de pico para vc ver o que elas fofocam e detonam. Difícil...

Carol disse...

querida, não passei por tudo isso: aqui em casa é só um baby e eu ainda estou de licença... porém, mesmo em licença e mesmo sendo só e mesmo sabendo que o tempo passa rápido e logo ele não será mais um bebezico... sim, já flertei com a coisa de ter uma babá.

Mas, decidi não ter, vou por na creche e tô firme da minha opinião. Só que é a minha vida, a minha dinâmica. Você precisa ver o que funciona na tua e tomar uma decisão sem culpas! Tenho certeza que você está fazendo o melhor e mais um pouco pelas meninas, viu? Ter uma babá não vai mudar isso!

beijão e boa sorte na decisão

Re disse...

Dani.menina..sempre coloquei naminha cabeça que nao teria baba, tanto que a Manu ja começou no bercario. Mas sabe, mudei muito isso depois que a Manu nasceu Hoje, se eu pudesse voltar atras, eu teria tido uma baba nos primeiros meses (ate ela ir pro bercario), pra me ajudar, pra eu ter um tempo pra mim, pra eu poder descansar. E ja avisei o marido, se rolar segundo filho, a baba vem de brinde!!

Ivana - coisademae disse...

Dani, tenho três filhos e desde que a segunda estava prestes a nascer, contratei uma babá. Olha que sou muito presente, faço tudo com as crianças, tudo mesmo, a babá é só pra dar um suporte e, digo a você, é muito bom ter uma pessoa que possa olhar o seu bebê enquanto vc toma um banho, come em paz...não tem preço. Isso não vai fazer de você uma mãe pior ou melhor. Acho sim que vai lhe dar oportunidade de descansar um pouco, até pra cuidar melhor de suas filhas! De que adianta não ter babá e só viver cansada, estressada, com a sensação de que o mundo tá caindo em sua cabeça e, o pior, fazendo isso refletir na rotina? Descanse e pense direitinho...pra mim, tem valido muito a pena.

Bjos e fique bem!

Roberta Lippi disse...

Dani, algumas coisas funcionam em algumas famílias e não funcionam em outras. Então não dá pra dizer: contrate uma babá porque não sei como você lidaria com essa situação.
Mas eu, como você sabe, tenho desde sempre. E, como a Ivana falou, essa pessoa, que é uma querida, faz com que eu tenha uma vida normal e não viva descabelada. E não viva estressada com as meninas (e ainda assim elas fazem questão de tirar a gente do sério, né?).
Existe muita gente ruim por aí sim. Tem umas babás horrorosas que querem arrancar até seu último fio de cabelo. Que ficam fofocando na pracinha e se vendem só por um salário maior. Muitas delas dão ordens nas patroas. Mas também existe muita gente boa. E se você achar uma delas, vai ganhar uma paz que vc não tem ideia.
Como a Ivana falou, isso não significa terceirizar. Terceirizar é deixar com que a babá dite suas próprias regras, que faça as coisas do jeito dela. Se a babá está ali para te ajudar, e não te substituir, não vai ter esse problema.
Se eu trabalhasse o dia todo fora, optaria por deixar na creche em vez de deixar o dia todo com babá. Mas, como eu estou por perto, pra mim é a melhor opção. Alivia pra mãe, alivia muuito para o casal. E alivia tudo aquilo que você listou aí no seu post.
Faça o que o seu coração mandar. Continue entrevistando outras pessoas e tenha paciência porque ninguém é perfeito. Avalie o que realmente importa pra vocês e o que é bobagem.
E pode ter certeza que vai ser bom pras meninas ter uma mãe mais feliz e sem esse peso todo nas costas.

Paloma, a mãe disse...

Ai, Dani, é uma decisão tão pessoal, não consigo opinar.
Agora que estou trabalhando em casa, fico pensando em contratar também, pois é cansativo demais trabalhar E cuidar delas. Mas, por outro lado, não gosto, não quero. Fora que nem sempre tenho tanto trabalho, aí a pessoa ficaria sem função, porque,s e tenho tempo, não abro mão de ficar com elas. Só que eu estous entindo falat de cuidar de mim, fazer alguma atividade fora de casa que me dê prazer... Enfim, não devo contratar não, pois a grana tá curta também, já que meu salário não é fixo nem certo.
Não sou nada indicada para opinar, né? Só para confundir.
Beijos

Fá, Mãe da Ana Luiza e do Gustavo! disse...

Bem, super me identifiquei com o post... tenho dois pequenos tb. Ana Luiza com 3 anos e Gustavo de 6 meses. Já acudi a Ana no banheiro com o Gu pendurado no sling, carreguei os dois no colo e ganhei uma baita dor nas costas... não, não tenho babá e nem empregada. As coisas se ajeitam, meu marido me ajuda e assim vamos levando! :)

Mari disse...

Dani, resisti à ideia de ter babá por 3 anos e meio. Estava me lascando com Alice e o Lu pequeno, mas não cedia. Eu era "contra, não vou terceirizar meus filhos, questão de princípios, blablabla", todo aquele discurso.
Quando arrumei um freela tive que contratar, não tinha outro jeito.
Quer saber? Melhor-coisa-que-fiz-na-vida. Te juro. A minha vida melhorou muito - e acho que a das crianças também, pq pensa: parei de arrastar filho para supermercado, sala de espera de médico, compromisso de adultos. Fiquei bem mais paciente com eles, mais descansada, mais disposta - pq a convivência mto intensa acaba dando um bode, vamos falar a verdade. Então, quando o trabalho acabou, eu nem cogitei abrir mão da babá.
Acho que a coisa fica muito mais tranquila quando a gente entende que ela não está "criando os nossos filhos", e sim ajudando a gente. É uma ajuda, só isso. Claro que isso depende da postura que se tem, do quanto ela assume, etc. Eu ainda sinto uma estranheza às vezes, qdo vejo ela interagindo com as criancas enquanto faço outra coisa. Bate uma ciumeira, haha! Não é fácil, mas qdo a gente encontra um equilíbrio entre delegar e fazer sozinha, a coisa funciona. Pelo menos por aqui tem sido assim.

Por outro lado, achei fundamental NAO TER TIDO BABA por esse tempo todo. Porque a experiência é completamente diferente com ela. Quem tem babá desde sempre não viveu algo que acho muito legal e importante, que é a autonomia que a gente acha dentro da gente, essa coisa de dar conta, ser só vc e o filho, etc. Me parece que a experiência fica menos rica, sabe? Será que faz sentido?

Ah, e eu tb sou péssima patroa, e o que me ajudou muito foi desencanar de ser patroa, naquele sentido de "a babá não é sua amiga, a relação é profissional, se imponha" e tal. E comentei isso (não saber fazer esse papel), com um amigo (comunista, atenção!), e ele respondeu: "ainda bem, pô! Que bom que vc se aproxima dela em vez de se distanciar com essa coisa de classe, hierarquia, poder". Ele me salvou, haha! Acabou que eu e ela temos uma relação super próxima, sem frescura. Talvez não seja muito "profissional", mas é afetuosa - o que eu acho mais importante no caso de alguém que mora na minha casa 5 dias por semana. Tem dado certo - e claro, dei sorte de achar uma moça ótima. Por agência, veja você!

Vixe, falei tanto que acho que vou transformar isso aqui num post... espero que tenha ajudado!

Beijo e força aí, parceira!

Camila disse...

Dani querida, em primeiro ligar, que saudades!! Agora vamos ao assunto. Eu sou da turma da Rô e da Ivana, com 3 filhos é mto punk! Contratei a minha babá qdo os gêmeos nasceram, foi fundamental e ela está aqui até hoje. Eu faço tudo com eles, mas as logísticas são complicadas, desde o banho, até a hora da comida e qdo preciso organizar tudo para sair de casa com os 3. Ela é o braço que me falta, sabe? Mas te digo que contratei uma pessoa que não era babá, ela era uma empregada doméstica e eu a treinei para ser babá, pq essas muito metidas, que ditam regras e ordens, eu quero longe de mim, hahahaha! Li ontem na Revista Crescer desse mês uma matéria muito legal sobre o atual cenário do mundo das babás e eles oferecem uma série de dicas na hora da entrevista e contratação, acho que é uma leitura que vale a pena. Boa sorte para vc aí e qquer coisa, é só gritar!
Bjos,
Camila
www.mamaetaocupada.com.br

Mamãe Nayara disse...

Dani, também me descabelo em cuidar da Luísa e da Alice! Assim como vc, às vezes sinto que faltam braços pra cuidar das duas!
Não tenho babá porque a Luísa vai para a escolinha a tarde, mas se não fosse isso, acho que optaria por babá sim!
Isso não vai te fazer menos mãe.
Beijos

Aracéli e Paulo Carneiro disse...

Xiii Dani! Me deu até vontade de chorar lendo esse post... Juro! Passa um filme na cabeça.
Vc sabe que sou meio leoa e te confesso (até meio envergonhada) que minha aversão à terceirização não é só por medo, mas por ciúme!!! Vc deve tá me achando meio louca né? E acho que sou um pouco mesmo... E possessiva demais!
Mas vc tem que consultar seu coração... E é aí que fica difícil né?
Acho que a gente se anula mesmo pelos filhos, e é um tempo, um tempo que é deles, e que eles tomam da gente, e que passa rápido demais...
Aqui em casa as coisas tb andam meio complicadas, apesar do Emanuel ser suuuper bonzinho!
Hj mesmo, meu patrão ligou pedindo pra eu dar uma aula a tarde, a Fafá faltou, a Helena amanheceu com febre e o Emanuel decidiu que queria só colinho, justo hj!!! No final da manhã, senti uma vontade louca de chorar... Desmarquei a aula e tô aqui por conta dos pequenos, sozinha!!!
Nessas horas me pergunto se não estou sendo radical demais!
Tb me sinto muuuito cansada...
Mas ó, se vc decidir que sim, escolha com o coração! E se decidir que não, aguenta firme pra não enlouquecer(mais).
Força Dani, vc sempre botou pra quebrar!!! Fica firme!
Estamos aqui torcendo para que vc encontre o melhor caminho, tá?
Beijocas...

Aracéli e Paulo Carneiro disse...

Acho que não ajudei muito né?
Mas óh, se uma ajuda vai te deixar mais disposta e mais feliz para sua pequenas e para o maridão, acho que vale a pena pensar no assunto né não???

Nine disse...

Oi, Dani!

Para tentar te ajudar vou te contar como foi por aqui...
Quando decidi tirar a Ísis da escolinha, a idéia era ter uma empregada-babá com diarista para dar aquela ajuda com a casa, pois trabalho fora todo o dia. Depois, considerei que estava priorizando a casa em detrimento da minha filha, pois uma empregada-babá não ficaria focada nela, mas sim na casa...fiquei com medo de acidentes, essas coisas.

Contratei uma babá e uma empregada, cada uma com seu papel bem definido. A babá fica com a Ísis enquanto estou trabalhando, ou seja 8 horas por dia, brinca com ela, leva para passear, na casa dos amiguinhos dela durante a semana, dá o almoço (pois apesar de almoçar em casa eu acabo chegando depois do meio dia e não acho justo fazer a pequena nos esperar), os lanches e o banho no final do dia. Eu chego em casa, ela vai embora e dali para frente a janta é por minha conta e todos os momentos de brincadeiras e alegrias com ela.

Não me estresso com babá, acho melhor que escolinha nessa idade, e eu estou fora de casa o dia todo, mas as diretrizes são minhas. Outra coisa que percebi é que o fato de ela gostar da babá faz com que fique muito bem no tempo em que estou fora de casa e isso não quer dizer que ela me substitui, pois basta eu chegar que ela gruda em mim (delícia), porém posso sair para trabalhar com a certeza de que, apesar de me querer, ela fica bem com a babá, que é sua "amiguinha".

Agora com o segundinho vindo estou adorando o fato de já ter alguém de confiança que vai me dar uma mão depois que ele nascer,pois deve ser punk mesmo ter que cuidar de 2 pequenos...no nosso caso não temos nem a família para dar um help.

Enfim, a decisão é sempre da família, mas te digo que não é nenhum crime contratar uma ajuda, principalmente quando vc tem a consciência de que não vai terceirizar os cuidados, mas sim solicitar ajuda, que a gente sempre precisa, afinal não somos uma ilha.

Beijos e boa sorte da escolha!
Nine

Marcos disse...

"Ando meio impaciente, gritona e chata, confesso." A correria tá grande mesmo e a falta de tempo tb, por isso precisamos de uma baba, urgente!

Mãe de Duas disse...

Dani, vim aqui fazer o lado avesso. Aqui em casa babás não entram. Me incomoda mais do que tudo nessa vida, ter alguém dentro de casa. Tenho faxineira e só. Optei pela creche 1/2 período desde as duas tinham 5 meses. A primeira vez porque voltei de licença. A segunda porque vi que não ia aguentar ficar com as duas sozinhas.
A desvantagem é aquela que todo mundo sabe: elas ficam mais doentinhas mesmo. A vantagem é que quando entrego as meninas na escola sei que aquele tempo é só para mim ( e pro supermercado, bancos, médicos, etc).
Como disse a Rô aí em cima, mas cada família tem que achar sua dinâmica. U única unanimidade é que dar conta de tudo sozinha e ainda manter a sanidade mental é impossível.
bjo e boa sorte!
Pri

Fabiana Alvim disse...

Dani.. que questão! Confesso que aqui eu nem tenho essa escolha por falta de grana mesmo. Às vezes da vontade de ter mais ajuda, sim... mas fico me imaginando dividindo o minúsculo espaço do meu apartamento e a minúscula convivência com as minhas filhas com outra pessoa - estranha. Hum... sei não. Continuo na dúvida.
Mas como disse, como não há essa possibilidade por aqui, sigo me virando.

PS: Tenho estado chata e gritona também. Ruim, né?! Sinto que preciso esvaziar e não tô conseguindo. TPM?!rs

Beijos

Lia disse...

Muito interessantes essas reflexões. Estou mais ou menos na mesma situação, com a diferença que Emília ainda é um bebê que mama, ou seja: tenho dois bebês. Semana que vem meu marido volta a trabalhar e passarei as tarde sozinha com a duas. Vamos ver no que dá. Mas não penso em babá. Graças a Deus minha mãe é super disponível, mas eu tento não abusar.
Agora, Dani, acho que as coisas vão ficando mais fáceis à medida que as meninas vão crescendo, não? É um período de perrengue que vai passar logo... Enfim, só você mesma pode avaliar a situação. Mas que é chato confiar nossos filhos a outra pessoa, isso é! Bjos

Laura disse...

OI, estou passando por isso há 7 anos! Quando meu primeiro filho nasceu eu só tinha uma empregada que ía 3x na semana para me ajudar com a casa e a comida. Levei assim até ele completar um ano, quando precisei voltar a trabalhar. Simplesmente aumentei o salário e mantive a mesma moça, que meu filho já conhecia, de segunda à sexta. Até que um dia ela resolveu que ía embora. Daí prá frente, muitas passaram. E eu preciso porque passo o dia inteiro. Hoje tenho 2 filhos, os 2 no integral da escola para que eu possa trabalhar em paz porque as moças não querem trabalhar, dormir, fazer comida...etc. É complicado! Mas agora só peno na época das férias! bjs

L Hung disse...

Dani....passei por isso tb....quando meu filho tinha 1 ano fiquei gravida de minha filha,,,,qdo cheguei aos 7 8 meses...ja nao aguentava mais...ai consegui uma baba bem menina...tinha seus 16 anos...no começo foi mto bom...ela brincava bastante com ele e eu ficava em cima. Depois eu coloquei ele a tarde na escola e dispensei a baba. Fiquei sozinha com eles de manha! esta maravilhoso....dou super conta disso.Ele ja tem 3 e meio e minha filha com 1 e 8....e fico a manha com os 2...

Inventiva disse...

Adorei voce!!!O jeito como escreve, como leva a vida!!!Virei sempre pra acompanhar o crescimento dessas meninas fofas. Tenho dois netinho, Mariah, com 3 anos e meio e Gabriel de 1 ano e meio...adoro esses anjinhos...

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