Amor, nesse seu aniversário, desejo:
Que você continue generoso.
Que você brinque ainda mais de barbie e de pollynha com as meninas.
Que você tenha mais tempo para andar de bike.
Que o seu joelho fique bem bom mesmo, e, logo.
Que os seus canários lhe deêm o penta campeonato.
Que você tenha um pouco mais de paciência naqueles dias cansativos.
Que a gente saia mais.
Juntos, com as meninas e com a família inteira.
Que a gente compartilhe muitos jantares deliciosos no Túlio.
E que possamos dar muitas risadas depois de uns bons chopps do Pinguim!
Que você encontre mais seus amigos.
Que você compre um i phone pra ficar moderno e porque é muito legal!
Que você me acompanhe nas corridas, pra eu te dar aquele beijo na chegada.
Que você sinta, a cada abraço meu e das meninas, o quão importante é.
Que você saiba que estamos do seu lado, forever.
E que te amamos tanto...
Beijo,
Dani, Nina e Alicinha.
19 de setembro de 2012.
Mostrando postagens com marcador Dani Marcao Nina e Alice. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Se eu quero outra vida?
Oi gente!
Uma das promessas que me fiz nessa virada de ano, foi a de retomar os posts aqui no blog.
(Nem sei se vocês viram, mas o "Manhê" foi desativado momentaneamente, vai ganhar uma nova roupagem. Acabei não me adaptando por lá e decidi voltar aqui pro meu canto, pra minha casa. Confesso que perdi minha identidade quando resolvi mudar o nome do blog e, de brinde, veio a falta de inspiração. Mas já passou. Voltei, voltei!)
Estava com saudade daqui.
Muita.
E por falar nisso, ando bem saudosista.
Fiquei assim perto do aniversário da Nina e agora, a menos de um mês do primeiro aninho da Alice, de novo.
Ai...como passou rápido.
Tava grávida outro dia.
Aqueles primeiros dias. Aquele medo de não dar conta. A vontade de dormir só umas três horinhas contínuas. Passou, passou. Ops, só essa última ainda não passou!
Tudo foi ficando mais fácil. Mais gostoso, animado e intenso.
Hoje não me vejo de outro jeito.
Amo tanto.
E tem como não se emocionar vendo as meninas brincando juntas? Vendo a Nina dormir igualzinho ao Marcão, abraçada nele? Vendo a carinha de felicidade da Alicinha, depois de mamar às 4 da manhã?
Ó, não tem não.
É bom demais!
Quando os amigos grávidos nos perguntam como é que é depois dos filhos, não exitamos em responder que eles nunca mais irão dormir. Mas que não têm noção da alegria e do tamanho do amor que sentirão todos os dias.
Mentira?
Beijo em todos!
Um lindo 2012 pra vocês!
Uma das promessas que me fiz nessa virada de ano, foi a de retomar os posts aqui no blog.
(Nem sei se vocês viram, mas o "Manhê" foi desativado momentaneamente, vai ganhar uma nova roupagem. Acabei não me adaptando por lá e decidi voltar aqui pro meu canto, pra minha casa. Confesso que perdi minha identidade quando resolvi mudar o nome do blog e, de brinde, veio a falta de inspiração. Mas já passou. Voltei, voltei!)
Estava com saudade daqui.
Muita.
E por falar nisso, ando bem saudosista.
Fiquei assim perto do aniversário da Nina e agora, a menos de um mês do primeiro aninho da Alice, de novo.
Ai...como passou rápido.
Tava grávida outro dia.
Aqueles primeiros dias. Aquele medo de não dar conta. A vontade de dormir só umas três horinhas contínuas. Passou, passou. Ops, só essa última ainda não passou!
Tudo foi ficando mais fácil. Mais gostoso, animado e intenso.
Hoje não me vejo de outro jeito.
Amo tanto.
E tem como não se emocionar vendo as meninas brincando juntas? Vendo a Nina dormir igualzinho ao Marcão, abraçada nele? Vendo a carinha de felicidade da Alicinha, depois de mamar às 4 da manhã?
Ó, não tem não.
É bom demais!
Quando os amigos grávidos nos perguntam como é que é depois dos filhos, não exitamos em responder que eles nunca mais irão dormir. Mas que não têm noção da alegria e do tamanho do amor que sentirão todos os dias.
Mentira?
Beijo em todos!
Um lindo 2012 pra vocês!
Ó nóis aqui traveis!
segunda-feira, 7 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Dani, Marcão, Nina e Alice

Ai...ai...
Como é bom voltar! Que saudade de todo mundo! Que vontade de ler os blogs e fazer comment's! De postar, de facebooktuar! De ver que a vida de vocês anda boa demais!
Feliz viu!
Demorei um pouco para dar o ar da graça porque estava em período de adaptação aqui em casa. Feito na escola, sabem.
Pois é, por mais que eu soubesse que a chegada do segundo filho não iria mudar muito as nossas vidas, porque a gente já é pai e mãe, não tinha consciência de que, ainda que mínima, essa mudança existe.
É que a gente já tinha toda uma rotininha armada: acorda cedo, leva Nina para a escola, trabalha, busca Nina, dá almoço, dá banho, faz ela dormir, leva na natação, brinca de casinha, vê DVD, janta, lê historinhas e bota pra dormir. E depois vê BBB, um filme e bota a conversa em ordem com o marido.
Daí a Alice chegou. E a ordem das coisas ficou diferente.
Teve dias que não teve almoço. Outros que o banho ficou para depois do soninho.
E teve uma mãe que chorou pra caramba por não poder dar colo pra filha mais velha quando ela pediu. Ah...esse tal de baby blues...
E também teve uma filha que adorou ganhar uma irmã, mas que queria a todo custo abrir a mão dela e colocar os dedos nos olhinhos.
E um pai que, mesmo morto de cansaço, brincou de boneca com a filha mais velha até a meia noite de um sábado.
E uma bebê, linda, gostosa, fofa que dormia quase que o dia inteiro e ficava acordada durante a noite. Que dá sorrisinhos pra mãe depois que mama. Que adora ficar deitada no peito antes de ir pro berço. Que quase não chora. Que tem um bafinho de leite delicioso. E o melhor cheiro do mundo. Que presta atenção quando a gente conversa com ela. E, que, sem dúvida nenhuma, chegou para trazer ainda mais alegria pra essa casa.
E foi assim que a gente encontrou novos contornos pra nossas vidas.
E foi assim que a gente se descobriu de novo, agora como Dani, Marcão, Nina e Alice!
PS:
Beijo grande em todo mundo que desejou "tudimbom" pra gente. Nossa, vocês não têm noção do quanto é gostoso receber tanto carinho assim!
Ah... e o blog vai mudar de nome sim! Com direito a layout novo e tudo! Me aguardem!
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Sim !!!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Dani e Marcão - 10 anos!
Já faz mais de um mês que ando pensando em escrever esse texto, afinal, esse 14 de outubro não poderia passar em branco, já que, hoje, faz 10 anos que eu e você começamos a namorar.
Não. Não foi nesse dia que nos conhecemos. Foi em setembro, em uma data que a gente não lembra direito, que você olhou pra baixo e me achou (eu até que tava de saltão, mas não conseguia alcançar seus 1,91 m de jeito nenhum!). E a gente não lembra bem desse dia, porque, nem eu, nem você estávamos, assim, muito lá essas coisas naquele fim de baile...
Mas, por mais que memória nos falte com relação ao dia que nos conhecemos, o certo é que, naquele dia, combinamos de nos encontrar no dia 14 de outubro de 2000, numa festa de Halloween na república de uns amigos nossos.
Sinceramente, Má, eu duvidava que você estaria lá. Tanto que me vesti de “Noiva do Chuck”, de batom preto e cabelo armado e fui festar com os amigos.
Quando te vi chegando, gelei, corri pro banheiro, tirei o batom bonito e tentei abaixar o volume dos cachos. Mas e a roupa? Essa não teve jeito. Fiquei lá, de noiva de filme de terror mesmo...
E foi assim, eu de noiva do Chuck e você de jeans e camiseta, que começamos essa nossa história. Não me esqueço desse dia Má, também por ser hilário, mas, principalmente, porque, quando nos beijamos, senti que, sim, era com você que eu queria passar o resto da vida.
Sei lá de onde saiu essa certeza. Mas parecia tão real e verdadeira, que eu acreditei, fielmente, que a gente iria ser muito feliz.
Só não pensei que esse nosso amor pudesse nos trazer tanta felicidade.
Posso ficar, por horas, listando um monte de episódios que nos deixou felizes nesses últimos dez anos. Coisas banais, como tomar chopp no Pinguim e mergulhar em Noronha. Outras, mais importantes, como nossas conquistas profissionais e o nosso casamento lindo. Tudo isso foi bom, muito bom.
Mas, de verdade, o que nos tornou ainda mais felizes e completos foi a chegada da Nina e agora, da Alice.
Sei que essa frase soa como um clichê (daqueles de comercial de margarina), mas, o que não é clichê em se tratando de amor?
Ainda não descobri. Não sei como não parecer brega e boba ao declarar meu amor por você e pelas meninas.
Assim, da maneira mais apaixonada possível, te digo, Má, que eu te amo muito e amo tudo o que a gente construiu até aqui.
Parabéns, meu menino, pelos nossos dez anos juntos!
Um beijo...
Dani
Não. Não foi nesse dia que nos conhecemos. Foi em setembro, em uma data que a gente não lembra direito, que você olhou pra baixo e me achou (eu até que tava de saltão, mas não conseguia alcançar seus 1,91 m de jeito nenhum!). E a gente não lembra bem desse dia, porque, nem eu, nem você estávamos, assim, muito lá essas coisas naquele fim de baile...
Mas, por mais que memória nos falte com relação ao dia que nos conhecemos, o certo é que, naquele dia, combinamos de nos encontrar no dia 14 de outubro de 2000, numa festa de Halloween na república de uns amigos nossos.
Sinceramente, Má, eu duvidava que você estaria lá. Tanto que me vesti de “Noiva do Chuck”, de batom preto e cabelo armado e fui festar com os amigos.
Quando te vi chegando, gelei, corri pro banheiro, tirei o batom bonito e tentei abaixar o volume dos cachos. Mas e a roupa? Essa não teve jeito. Fiquei lá, de noiva de filme de terror mesmo...
E foi assim, eu de noiva do Chuck e você de jeans e camiseta, que começamos essa nossa história. Não me esqueço desse dia Má, também por ser hilário, mas, principalmente, porque, quando nos beijamos, senti que, sim, era com você que eu queria passar o resto da vida.
Sei lá de onde saiu essa certeza. Mas parecia tão real e verdadeira, que eu acreditei, fielmente, que a gente iria ser muito feliz.
Só não pensei que esse nosso amor pudesse nos trazer tanta felicidade.
Posso ficar, por horas, listando um monte de episódios que nos deixou felizes nesses últimos dez anos. Coisas banais, como tomar chopp no Pinguim e mergulhar em Noronha. Outras, mais importantes, como nossas conquistas profissionais e o nosso casamento lindo. Tudo isso foi bom, muito bom.
Mas, de verdade, o que nos tornou ainda mais felizes e completos foi a chegada da Nina e agora, da Alice.
Sei que essa frase soa como um clichê (daqueles de comercial de margarina), mas, o que não é clichê em se tratando de amor?
Ainda não descobri. Não sei como não parecer brega e boba ao declarar meu amor por você e pelas meninas.
Assim, da maneira mais apaixonada possível, te digo, Má, que eu te amo muito e amo tudo o que a gente construiu até aqui.
Parabéns, meu menino, pelos nossos dez anos juntos!
Um beijo...
Dani
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Esclarecimento
A foto do post anterior não reflete a nossa realidade.
Tenho 1,53 e o Má, 1,91.
Apenas 38 cm de diferença...quase nada...
(mas bem que no meu casamento eu coloquei um salto 13 para ficar grandona!)
Para deixar essa questão ainda mais explicadinha, segue uma foto nossa, no mesmo dia e mesma hora, mas, agora, sob outro ângulo (o de cima da cadeira !).
Rárárá!
Beijo, queridas!
Tenho 1,53 e o Má, 1,91.
Apenas 38 cm de diferença...quase nada...
(mas bem que no meu casamento eu coloquei um salto 13 para ficar grandona!)
Para deixar essa questão ainda mais explicadinha, segue uma foto nossa, no mesmo dia e mesma hora, mas, agora, sob outro ângulo (o de cima da cadeira !).
Rárárá!
Beijo, queridas!
terça-feira, 13 de abril de 2010
É isso aí...
Hoje participei da primeira reunião pedagógica na escola da Nina.
Cheguei e a professora me entregou uma pasta cheia de trabalhos da pequena.
Em meio aquele monte de desenhos coloridos, colagens com papel rasgado e rabiscos fora dos contornos, encontrei uma folha que me chamou mais atenção que as outras.
Sobre um papel branco, havia vários traços em tom azul, com as palavras: mamãe, papai e Mel.
Perguntei à professora, o porquê dessas palavras.
Ela disse, então, que essa foi a primeira atividade livre que havia feito com as crianças (sem tema próprio). E que, quando perguntou para a Nina o que havia desenhado, ela disse as palavras acima, que foram, de pronto, registradas pelas "tias" na folha.
Não aguentei, chorei lá mesmo.
Mamãe, papai e Mel. Nossa familinha.
É, Marcão, acho que a gente tá no caminho certo...
Cheguei e a professora me entregou uma pasta cheia de trabalhos da pequena.
Em meio aquele monte de desenhos coloridos, colagens com papel rasgado e rabiscos fora dos contornos, encontrei uma folha que me chamou mais atenção que as outras.
Sobre um papel branco, havia vários traços em tom azul, com as palavras: mamãe, papai e Mel.
Perguntei à professora, o porquê dessas palavras.
Ela disse, então, que essa foi a primeira atividade livre que havia feito com as crianças (sem tema próprio). E que, quando perguntou para a Nina o que havia desenhado, ela disse as palavras acima, que foram, de pronto, registradas pelas "tias" na folha.
Não aguentei, chorei lá mesmo.
Mamãe, papai e Mel. Nossa familinha.
É, Marcão, acho que a gente tá no caminho certo...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Sô caipira...pirapora...
Sempre gostei de morar em cidade pequena.
Assim que me formei, até que tentei me mandar para São Paulo, mas voltei chorando para o colo e a casa da minha mãe, na grande Sales Oliveira, com seus 8.000 habitantes.
Tenho ótimas lembranças da minha infância morando nessa cidadezinha. Brincar no parquinho infantil perto da praça e tomar sopa de macarrão com legumes às 10:30 da manhã (acho que era a Tia Ida quem tomava conta do lugar). Nadar no clube das 8 até as 6 da tarde e ficar vermelha tomate, toda ardida. Andar de bicicleta na cidade vazia. Esperar o Papai Noel na calçada (ele chegava de bugue...era muito engraçado!). Pedir bala na cidade inteira, gritando "Boas Festas de Ano Novo!", todo 1o. de janeiro.
Uma das recordações mais vivas dessa época era da praça da cidade: o centro da infância local. A gente fazia tudo por lá. Brincava de esconde-esconde, subia em tudo quanto é árvore, andava de bicicleta, fazia piquenique e quando o Natal chegava, exibíamos nossos brinquedos novos por lá.
Aliás, a praça ainda continua fazendo sucesso entre a criançada.
Ontem levamos a Nina para ver a banda tocar no coreto. Nossa, me deu uma saudade...Ao mesmo tempo, me deu uma alegria enorme de poder proporcionar a ela um pouco dessa vida caipira, do interorrrr, da porrrta!
E a pequena A-D-O-R-O-U! Dançou, correu, fez novos amigos!
Feliz ela, que está vivendo isso!
Feliz do papai e da mamãe, que puderam reviver alguns bons momentos da infância, e, de quebra, comer aquele churros de doce de leite (ops, o Má prefere o de brigadeiro!).
Beijo!
Dani
PS: segue um vídeo aí para os titios matarem a saudade da pequeNINA!
Assim que me formei, até que tentei me mandar para São Paulo, mas voltei chorando para o colo e a casa da minha mãe, na grande Sales Oliveira, com seus 8.000 habitantes.
Tenho ótimas lembranças da minha infância morando nessa cidadezinha. Brincar no parquinho infantil perto da praça e tomar sopa de macarrão com legumes às 10:30 da manhã (acho que era a Tia Ida quem tomava conta do lugar). Nadar no clube das 8 até as 6 da tarde e ficar vermelha tomate, toda ardida. Andar de bicicleta na cidade vazia. Esperar o Papai Noel na calçada (ele chegava de bugue...era muito engraçado!). Pedir bala na cidade inteira, gritando "Boas Festas de Ano Novo!", todo 1o. de janeiro.
Uma das recordações mais vivas dessa época era da praça da cidade: o centro da infância local. A gente fazia tudo por lá. Brincava de esconde-esconde, subia em tudo quanto é árvore, andava de bicicleta, fazia piquenique e quando o Natal chegava, exibíamos nossos brinquedos novos por lá.
Aliás, a praça ainda continua fazendo sucesso entre a criançada.
Ontem levamos a Nina para ver a banda tocar no coreto. Nossa, me deu uma saudade...Ao mesmo tempo, me deu uma alegria enorme de poder proporcionar a ela um pouco dessa vida caipira, do interorrrr, da porrrta!
E a pequena A-D-O-R-O-U! Dançou, correu, fez novos amigos!
Feliz ela, que está vivendo isso!
Feliz do papai e da mamãe, que puderam reviver alguns bons momentos da infância, e, de quebra, comer aquele churros de doce de leite (ops, o Má prefere o de brigadeiro!).
Beijo!
Dani
PS: segue um vídeo aí para os titios matarem a saudade da pequeNINA!
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